A morte da professora Soraya Tatiana Bonfim pelo seu filho, Matteos França Campos, de 32 anos, acentua ainda mais, da forma mais trágica e brutal, o debate sobre as consequências dos jogos eletrônicos disponíveis nos celulares, que vêm sendo motivo do desmedido descontrole financeiro, do sacrifício do patrimônio de famílias inteiras até chegarmos à tragédia extrema de um filho matar violentamente sua mãe porque estaria devendo absurdos e ela se recusara a ajudá-lo.
O jogo na palma da mão está destruindo famílias inteiras, conforme disse o deputado estadual Alencar da Silveira, lembrando que tudo começa com uma aposta pequena, um joguinho no celular, sempre com uma promessa de ganho fácil.
“Mas, quando você percebe, já perdeu o salário, para depois perder a confiança, perder a paz da sua casa. O vício entrou sem pedir licença -reforçou o deputado- e virou dívida, briga, desespero, morte”.
É uma realidade que se agiganta e se transforma em todo país e ninguém faz nada; nem o governo federal e governos estaduais, nem a imprensa, nem as igrejas, nem senadores, nem deputados federais, nem estaduais.
Precisamos acordar o Brasil.
O que estamos vendo acontecer e tomar conta da vida das famílias é gravíssimo.
E ninguém está fazendo nada.
“O que será das nossas famílias com esse joguinho que todos trazem na palma das mãos para acessar, para em seguida perderem a paz, a saúde, sua vida?”