O interrogatório do general Mário Fernandes, reconhecido como comandante da descoberta operação Punhal Verde-Amarelo para impedir a posse de Lula na Presidência da República, evidenciou o quanto está atrasado o Código Penal Brasileiro.
A citada operação, a ser empreendida pelos “kids pretos”, um grupo organizado dentro do Exército brasileiro para matar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alkmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes, segundo o citado general, que se acha preso, era apenas uma fantasia, uma meia dúzia de frases que ele tamborilou no seu computador em final do expediente, por não ter nada mais que fazer naquele dia.
Depois, segundo também dito por Mário Fernandes, ele imprimiu aquelas frases em algumas folhas e não disse, mas, talvez, já em final de carreira, porque desejasse iniciar uma vida de escritor de aventuras.
Um novo Edgard Allan Poe, do Exército para as letras.
Mario Fernandes falou isso e não ficou vermelho, o que pode ser verdade.
Se for, nesse caso se trata de um estelionato, por ter enganado por tanto tempo, com tamanha ignorância, o Exército Brasileiro e assim chegar a general.
No nosso Código Penal não está capitulado o crime de assassinato virtual, mas de estelionato, sim.
Graças a Deus o Brasil é um país de paz; se não fôssemos, com um Mário Fernandes, responsável pela nossa defesa, estaríamos liquidados.
Sem chance.