O Ministério Público Federal arquivou as denúncias feitas contra a direção do Hospital Policlínicas e que permitiram a intervenção da Prefeitura da cidade, em janeiro de 2024, que passou a mandar no IMAIP.
Todo alarde feito, conforme agora se vê, foi uma articulação do grupo ligado à Prefeitura, coincidentemente num ano eleitoral.
Agora, a diretoria que foi à época afastada, médicos, gestores e outros servidores do Policlínicas está prometendo ir à Justiça para buscar a reparação do que foi assacado contra eles, pessoal e profissionalmente.
Seria o mínimo.
Mas, obviamente, como para todos chega a sua hora, líderes políticos e comunitários da cidade, inconformados com a injustiça das acusações, vai auxiliar na interpelação à Prefeitura e aos interventores do IMAIP para prestem contas sobre onde foram empregados R$ 50 milhões de verbas públicas, desde janeiro de 2024 até os dias de hoje; e ainda estão empenhados outros R$ 12 milhões da Prefeitura para serem liberados nos próximos dias.
Para os que não sabem, o IMAIP tem 55 leitos.
Os 10 leitos do CTI, que a direção anterior, antes da intervenção tentou colocar em operação e que a Prefeitura dificultou até consumar a tomada do Hospital, serão postos em operação agora, sem uma única modificação ou acréscimo na estrutura que na época recusavam a licenciar.