Donald Trump, como uma criança que, sendo dona da bola, decide as regras do jogo à medida que sua vontade pessoal manda, continua a agir com a arrogância de quem acredita ser o centro de tudo, e não é?
A justificativa para a taxação não está no mercado, mas em questões pessoais e políticas. O pretexto? A “caça às bruxas” que Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, estaria sofrendo no Supremo Tribunal Federal (STF) devido às acusações de golpe de Estado.
Trump não apenas se coloca acima da soberania do Brasil, mas também tenta ditar as regras de um processo judicial que é de competência exclusiva das instituições brasileiras. E aqui estamos nós, à mercê das decisões de bilionários que vivem completamente “fora da casinha”.
E então, vemos nosso país, recolhendo os chinelos que marcam o gol na rua, alegando que também se posicionará. O triste é que dá pra jogar sem marcação no gol, mas como se joga sem bola?