Alguém saberia dizer à coluna se chegaram medicamentos essenciais para serem utilizados lá no João XXIII? Nem Mateus Simões, que está na China, nem Cleitinho, que vai herdar a batata quente desse e outros desleixos com a saúde pública em Minas, nem o secretário da pasta da Saúde, Fábio Baccheretti, enfim, ninguém disse nada.
O MPMG deveria investigar com intensidade essa situação, sobretudo se alguém morreu pela falta desses medicamentos. E, também, traçar um plano para enfrentar essa triste realidade, quando janeiro vier. Viu, Cleitinho?