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Lula, até então, um ingrato (parte II)

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Para fechar o rol de geniais apoiadores, a contribuição feminina vem da economista Daniela Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal no governo Jair Bolsonaro e que bateu na parede a ideia de que o quadro de servidores públicos federais poderia ser em muito reduzido com o uso de inteligência artificial.

Foi o bastante, até porque ela não se esforçou para dizer que ideias tão inovadoras nessa linha teria o programa de governo de Flávio Bolsonaro, que ninguém descobrira antes. É possível que a matriz de pensamento que orientou a simpática e afável Dani (Marques; não se trata do Daniel Vorcaro) seja a mesma utilizada pelo candidato Augusto Cury, que sugeriu colocar nos céus uma grande frota de drones atentos e vigilantes, usados para ampliar a segurança de mulheres perseguidas pela violência, sempre que tais ameaças se configurassem.

A operação, conforme relatado, se daria com o acionamento de um botão que as mulheres carregariam na calcinha ou no sutiã, para, à menor ameaça, chamarem os drones, que viriam apitando, botando medo e espaventando os ousados agressores ou pretensos assassinos.

Ninguém disse se o serviço funcionaria depois das 22 horas. Imaginem o barulho. Soluções não faltam, mas agora, nesse nível, somente em 2030.

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