O Ministério Público de MG valeu-se da publicação digital para propor a medida judicial contra o pastor e a instituição, que poderão recorrer. Pastor Lucinho contou na sua apresentação que não apenas beijara a filha quando ela estava num momento de distração como também, em várias ocasiões, sempre a chamava de “um mulherão”, associando ainda a expressão “ai se eu te pego”.
Na sua defesa, tanto o pastor como a própria Igreja da Lagoinha alegaram que tais declarações manifestavam-se dentro do “exercício da liberdade religiosa e de expressão”. Na defesa da Igreja da Lagoinha, esta alegou também tratar-se de uma forma de promover na menina um apelo de fortalecimento de sua autoestima.
Só faltou a ambos os réus, Lucinho e Andrezinho, arrolarem como testemunhas o pastor Fabiano Zettel, Henrique e Daniel Vorcaro. Nessa fase, está precluso o prazo processual para tal. Infelizmente.