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Excesso de contratados

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Há um notório excesso de contratações através de recrutamento amplo, como vem acontecendo na Empresa Mineira de Comunicação (EMC), um formato que permite, inclusive, a nomeação de amigos escolhidos por preferência política.

Não que esse seja o parâmetro utilizado pela EMC, mas a empresa que reúne a Rádio Inconfidência e a TV-Minas, publicou o extrato de suas despesas no trimestre de abril, maio e junho, no qual aparecem 11 diretores, 28 gerentes e supervisores, além de outros 52 empregados efetivos e 58 contratados em regime de recrutamento amplo, somando 157 empregados, que consomem R$ 2.475.335,16 no mencionado trimestre; por que o Estado não torna essa empresa mais eficiente para fazer a comunicação de seus atos com a sociedade?

O MPMG já esteve interessado nesta preocupante modalidade de contratações, num momento em que a EMC pensou em fazer demissões em seus quadros de servidores efetivos, mas não soube responder ao questionamento de que, se tem tantos contratados em regime de recrutamento amplo, sem qualquer forma de seleção pública, por que demitir quem entrou na empresa pela porta da frente, ou seja, por concurso público?

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