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Desastres em profusão (parte I)

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Qual é o saldo dos sete anos do governo Zema e do complemento que fará o governador Mateus Simões? Que administradores foram esses que passarão oito anos sem deixar uma marca, um dado positivo dessa longa passagem, e sairão do governo sem condições de andar na rua.

Zema, além de nada, mas nada mesmo conseguir realizar, deixará registrada a imbecilidade de suas falas, do exagero de equívocos sempre que instado ou os fatos lhe permitiram se manifestar sobre qualquer coisa do interesse do Estado.

Que vazio, que castigo foi esse que deixou que Minas elegesse duas vezes uma figura tão limitada, tão primária em tudo, capaz de reduzir a um ato de imbecilidade extrema sua passagem pelo governo do terceiro mais importante Estado do país.

Vendeu a Copasa, com a assessoria de um grupo que ainda será investigado e cobrado nos seus atos e responsabilidades sobre o que realmente ocorreu durante essa negociação.

Com uma dívida de quase R$ 200 bilhões, decidiu-se vender a segunda maior empresa pública de Minas, com uma grande presença social diante de todos os seus consumidores, pelo valor de R$ 8 bilhões, exatamente 4% dessa dívida, aquela usada como argumento para justificar sua venda.

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