Caro pelo que já se pagou e pelo que vai representar em bolsos e em projetos políticos que muitos apostaram. Não há almoço de graça, diz o folclore político, realimentado minuto a minuto nas relações mais recentes, sobretudo nos círculos do poder da atualidade.
Em Brasília, votos valem, curtidas de internet valem, tempo de tribuna na Câmara e no Senado, valem, perspectiva de nomes criados artificialmente, também têm seus preços. Pelas revelações até agora conhecidas dos áudios e ajustes entre Vorcaro e a família Bolsonaro, R$ 62 milhões relativos a um orçamento de R$ 134 milhões do total do filme teriam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025.
A quem? Como e por quem saberemos nas próximas horas, mas já há notícias de que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”. Isso foi dito por Mário Frias, que é o produtor executivo do projeto. Uma tarefa que a Polícia Federal há começou a investigar é quem são as empresas que receberam a grana que saiu do Brasil para os Estados Unidos, nas mãos de quem foram parar e o que na verdade custearam.
Tá feia a coisa, garante o Intercept, com o que há para falar, nesses próximos dias.