Toda essa insustentável e desprezível carência, mantida por sete anos de desastrosa administração, longe do que os cosmopolitas Romeu Zema e Mates Simões poderiam perceber, mesmo dando o cano na dívida de Minas Gerais com a União, uma situação que poderia ter sido melhorada com o fato de que Minas recebeu R$ 37 bilhões da Vale, como indenização pela trágica morte de quase 300 pessoas em Brumadinho.
O que dizem e o que Mateus Simões já percebeu, é que esse time de alegres empresários nada significará de positivo na sua campanha. Então, para melhorar seus índices, melhor seria revelar nomes, razão social e valores das renúncias fiscais, concedidas, ou doadas, ou presenteadas.
Manter esse sigilo, além de ser nojento e imoral, como você, Mateus Simões, já esbravejou reconhecer, afirmando numa entrevista, quando ocupava a cadeira de governador, interinamente. Naquele momento, horas depois, muitos riram do seu repentino retrocesso, Mateus, sobre as suas convicções anteriores, sobre a publicidade dos atos administrativos e, também, sobre o nojo que dizia ter sobre a figura do sigilo, quando está em cena o interesse público.