Mateus teria sido uma presença de sucesso, mesmo se sabendo que o momento está no meio de discussões sobre o modelo de financiamento da assistência à saúde do IPSEMG.
A política recente de reajuste das contribuições tem sido alvo de críticas de parte dos servidores, que denunciam a inexistência de estudos técnicos amplos e de planejamento estruturado que justifiquem as medidas adotadas.
A situação no IPSEMG é de grande apreensão, especialmente porque há a expectativa da volta da ex-presidente da Jomara Alves, exonerada do serviço público em circunstâncias pouco recomendáveis, e que talvez desembarcasse na instituição acompanhada do ex-diretor-presidente do Rioprevidência Gustavo Barbosa, (ele é do ramo) lá tendo passado seis anos, nomeado pelos bandidos Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, e cuja experiência foi suficiente para, na mentoria da conhecida “Operação Delaware” meter o órgão que dirigiu num buraco de bilhões de dívida.
Gustavo Barbosa ainda está na COPASA, complementando seu trabalho como auxiliar na venda da estatal mineira a interessados no negócio de saneamento, escondidos na Faria Lima ou em outras paragens de igual reputação.
Da COPASA já saiu o Hamilton Amadeo mas o governo Zema insiste com tais colaboradores à sua obra.
Eles são eficientes para os resultados que busca o atual governo.