Só um governo incompetente como o atual não paga a dívida pública nas condições admitidas no PROPAG.
Se mexerem nas renúncias fiscais, tem dinheiro com folga para pagar a dívida, reajustar os vencimentos do funcionalismo e não vender a COPASA.
O problema é que o governo Zema tem burlado a lei e mantido, sob inexplicável sigilo, as informações sobre tais renúncias. Como a Assembleia Legislativa aprova um orçamento fiscal e a prestação de contas dos exercícios passados, sem saber nada sobre tais renúncias? Que poder fiscalizador é esse? Fiscal de meia tigela.
E que números aprova o Tribunal de Contas sem, igualmente, saber a que o Estado renunciou na sua arrecadação?
O próprio vice-governador Simões, certa vez, sentado na cadeira de governador, quando Zema foi a Roma para entregar a bandeira de Minas e meia dúzia de santinhos ao Papa Leão XIV, afirmou que revelaria esses dados, porque entendia ser obrigação do gestor público esse compromisso com a transparência.
O que sucedeu? Mudou de ideia? Certamente, puxaram-lhe a orelha, mandaram-no calar a boca e dizer que mudou de ideia.
Macho pra caramba!