O UNIÃO começará o processo de limpeza da casa, colocando na presidência do partido em Minas, o deputado Rodrigo de Castro.
Com essa medida, pulam fora o secretário do Governo Zema, Marcelo Aro e o deputado federal Marcelo Feitas para, em ato contínuo, como já esperado, o UNIÃO receber a filiação do senador Rodrigo Pacheco, cujo ingresso na legenda já conta com o aval de vários parlamentares da Câmara e do Senado.
Ainda nessa semana, como já anunciado, o senador Rodrigo Pacheco se reunirá com Lula, para falarem sobre as próximas eleições e de condições que poderão selar a candidatura do senador ao governo de Minas.
Há uma realidade que o Estado vive hoje, que marcará os caminhos do próximo governo do Estado: é a dívida pública de Minas, hoje estimada em R$ 200 bilhões, uma situação catastrófica que já era grave, mas que foi irresponsavelmente ampliada pela falta de planejamento e despreparo do governo Zema.
O próximo governo do Estado vai exigir de seu titular uma destacada capacidade de dialogar com quem estiver no Palácio do Planalto.
Capacidade e inteligência para dialogar, espera-se. Arrogância e burrice, não.