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Macho para chuchu (parte II)

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Quando Zema recebeu a negativa do TCE-MG, apelou para o Judiciário que, por decisão do Desembargador Pedro Bittencourt, confirmou a lucidez da decisão da Corte de Contas e encerrou o assunto.

Bastou isso para que Mateus, da forma mais arrogante e hostil, dissesse que o TCE-MG e o TJMG “teriam escolhido o adversário errado”.

Adversário? São decisões tomadas com o amparo da lei e não “tecnicidades”, como ele enxerga. Virou rei, o vice-governador? Por acaso estamos vivendo uma ditadura cujos limites das atribuições dos órgãos de fiscalização e do Poder Judiciário são definidos na cozinha da casa dele?

“Podem preparar para mandar me prender, porque eu vou abrir colégio cívico-militar assim que eu entrar no exercício como governador do Estado dentro de menos de 60 dias. Eu não admito interferência de Judiciário, de Tribunal de Contas em decisões administrativas”.

E seguiu na sua arrogância: “se infelizmente o STF não encontra limites em Brasília, em Minas Gerais o Tribunal de Justiça vai começar a conhecer limites”. Que fala mais inoportuna e imbecil, gente! É o modelito de gente que arrotava bobagens e quando confrontado, baixa a cabeça. E olha que nem se sentou na cadeira de governador, ainda.

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