Inegável que a concepção dos planos diretores pelas cidades, como marco de orientação do adequado e responsável desenvolvimento urbano de cada uma delas, tem que ser a cada dia mais valorizado.
Se a discussão, concepção e implementação desse instrumento foi importante, de igual ou até maior importância é a sua permanente atualização, na linha do compromisso com o crescimento, sempre com dignidade e respeito à vida, das cidades.
Em Minas, há dezenas de municípios que implementaram o seu plano diretor, mas esses, hoje, viraram uma peça de museu, tal foi o desenvolvimento que as cidades viram chegar, em grande velocidade.
Todos sabem que o plano diretor de cada município não pode se transformar em um instrumento de garroteamento do desenvolvimento das cidades e da vida de seus munícipes.
Cabe aos prefeitos, aos vereadores e ao Ministério Público, como órgão fiscalizador, trabalharem para que isso não aconteça.
As cidades crescem e o farão de maneira melhor, mais moderna e saudável, se os investimentos necessários a tal expansão forem mais bem acolhidos e incentivados.