Essas faltas, que podem ser atribuídas à má gestão do Hospital, são inexplicáveis, estando onde estão.
Tais obrigações integram o núcleo das atribuições da área de medicina do trabalho da instituição.
O relatório também registra a existência de um ambiente organizacional marcado por conflitos recorrentes, relatos consistentes de assédio moral e adoecimento psíquico de trabalhadores, com falhas relevantes nos mecanismos internos de acolhimento e apuração das denúncias.
Foram identificadas dificuldades institucionais na condução adequada dessas apurações, inclusive com critérios restritivos que levaram ao arquivamento de queixas, mesmo diante de relatos reiterados e de longa duração.
Nesse contexto, a responsabilidade técnica pela medicina do trabalho da instituição é exercida por uma médica; a área requer cuidado e dedicação profissional, para ser gerida com responsabilidade e zelo, por possuir papel central tanto na prevenção dos agravos à saúde quanto na identificação, registro e enfrentamento dos impactos do ambiente de trabalho sobre a saúde física e mental dos empregados.