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Péssima manobra do PSD, ao buscar Mateus Simões (parte II)

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A primeira já se espera que virá com o senador Cleitinho, que não confirma mas também não nega que poderá encabeçar uma chapa junto com o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, que já comunicou que vai se desligar da entidade representativa da indústria em Minas “para ser um nome a disposição de uma eventual composição política”; e a segunda está na vizinhança do próprio Mateus na Cidade Administrativa, que é o secretário de governo, Marcelo Aro, conhecido pela avidez de seu apetite político, garfo e faca em punho, sempre à espera de que alguma coisa caia no seu prato.

Em política, tudo cabe, e Mateus será, queiram ou não seus adversários, governador de Minas por nove meses.

A menos que Zema, em um gesto de rara lucidez, se convença de que sua candidatura à Presidência é uma pretensão furadíssima e que não seria bom à sua biografia encerrar a vida pública com uma fragorosa derrota, como se prevê, e resolva ficar sentado onde está.

Nesse caso, Mateus seguiria vice, com o que já está muito bem aquinhoado. Votos próprios ele só teve para se eleger vereador de BH.

Para que também ser candidato e ficar lá na rabeira?

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