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Embananou de vez

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O mês de janeiro está sendo próprio para bagunçar as disputas eleitorais de outubro próximo.

Nem bem as candidaturas começaram a se apresentar e as denúncias ganham as colunas, os portais de política e os noticiários da imprensa.

O GLOBO, em matéria assinada pelo repórter de política Bernardo Mello, fez um minucioso levantamento das andanças de Zema por todo país.

De graça, ou por conta do erário mineiro, o que é a mesma coisa para Zema, toda campanha é fácil, ainda que seja apenas para fazer de conta; todos aqueles que têm juízo e capacidade de avaliação, ainda que pequena, sabem que essa pretensão do governador de Minas é apenas uma forma de ocupar espaços e enganar idiotas.

Bastou para Bernardo Mello ir aos registros da Aeronáutica e denunciar que Zema esteve num evento no Rio e em outro em Campinas; ambos para fazer promoção pessoal como suposto candidato ou prestigiar eventos de seu partido.

Zema passou 54 dias fora de Minas em 2025, a bordo de aviões do governo, aqueles mesmos que ele sempre dizia serem desnecessários e por isso iria vendê-los.

Ficou no discurso, não vendeu nada, porque se Zema quer vender alguma coisa é o que há de mais significativo e valioso do patrimônio público do Estado: as nossas estatais. Aviões são mixaria.

Além da mentira nos seus propósitos políticos, o maior problema para Zema vai se construindo: vão surgir denúncias junto à Justiça Eleitoral que podem levá-lo a ter que se defender de acusações de campanha precipitada, usando recursos públicos e que podem lhe ser cobrados como reparação, mais tarde.

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