Fato parecido acontece em Minas Gerais com a FUNED, relativo a um medicamento contra a Meningite C e a Meningite ACWY.
Essa parceria, infelizmente, nunca mereceu uma auditoria rigorosa, seja do Ministério Publico de MG, da Ouvidoria do Estado de MG ou da Assembleia Legislativa de MG.
Nesses mesmos termos, dentro do que ocorreu com a EMS e o Vital Brasil, com pagamento pelo SUS/ Ministério da Saúde a maior pelo medicamento que ficou no meio do caminho, também sucedeu com a FUNED, na transferência de tecnologia que nunca se concluiu.
Estima-se que tenham sido investidos nesse processo mais de R$ 1 bilhão, com recursos vindos do caixa do Estado de MG e do orçamento do MS/SUS/União.
Se o Ministério da Saúde enxergar como oportuno, nada vai afastar uma ação da União contra a mesma FUNED, para buscar o ressarcimento daquilo que foi gasto a mais pelo SUS, subsidiando uma transferência de tecnologia que nunca engrenou.
Infelizmente, na FUNED o “trem não prospera”.
Há décadas, justiça seja feita, o que não impede que nesse momento se passe um pente fino na Fundação, sobretudo para se prevenir que prospere um conflito de interesses que pode trazer graves repercussões no patrimônio público.