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Por que o STF insiste no desgaste de sua imagem? (parte II)

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A outra sessão de desgastes, que já vai longa, tem como protagonista o ministro do STF Dias Tóffoli, mas no caso ele mesmo atua, em toga, e tudo de que se suspeita o tem como personagem direto ou indireto.

Como se já não bastasse aquela carona no avião de um cúmplice de Daniel Vorcaro nesse a cada dia mais evidente e criminoso imbróglio do Banco Master para assistir ao jogo do Palmeiras na final da Libertadores, em Lima, a cada dia mais se descobre dessa espúria relação.

E o que faz o STF? Nada, ou emite notas, desconhecendo a evidência de que esse rombo do Banco Master somente foi possível graças à irresponsável e delituosa participação de autoridades públicas, presentes em diversos espaços de poder no país.

Em todos os lugares, em todas as instâncias, sente-se o fétido odor de Daniel Vorcaro.

Não investigar com rigor, com celeridade e isenção, como a Polícia Federal vinha fazendo e que teve sua atuação torpedeada e dificultada por medidas determinadas pelo ministro Tóffoli, significa um absurdo imperdoável, com o qual o STF tem sido conivente.

Que STF é esse que não toma uma decisão exemplar, digna e republicana? Por que manter em sigilo as informações dessa investigação? A quem ou o que se quer proteger?

Quanta decepção, ministro Fachin e demais ministros. Zelem pela história do STF e pela própria, de cada um dos senhores e senhora.

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