Trocando secretários, diretores e presidentes de estatais desde que foi eleito vice, dizem que Mateus Simões tem hoje todo o governo em suas mãos, e rédeas.
Um misto de medo e permissão toma conta da turma que aceita calada os mandos – e desmandos – do chefe autocrata.
Bem a sua cara, Simões espera tomar posse do trono e se lambuzar com “entregas” nos três meses que antecedem o período de vedação eleitoral a partir de julho, quando ficará impedido de inaugurar obras nos meses que antecedem a eleição.