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O que pesou na licitação feita para que a Biomega assuma o laboratório do HGIP/IPSEMG? (Parte I)

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Foto: Agência Brasil

Mega em que?

Em agosto de 2025, uma operação do Ministério Público do Distrito Federal determinou a oitiva de servidores e ex-servidores da Secretaria de Saúde do DF, que foram detidos em razão das investigações da operação “Falso Negativo”.

Devidamente interrogados, eles foram depois conduzidos à custódia da Polícia Civil do DF, à cadeia, para melhor esclarecer.

O MPDFT investigava duas dispensas de licitação, que beneficiaram as empresas Luna Park Brinquedos, que praticava superfaturamento de 146% nos seus fornecimentos ao DF.

A outra beneficiada era a BIOMega Medicina Diagnóstica, acusada de superfaturamento de testes, a alguns cobrados à razão de R$ 18,00, À Secretaria de Saúde do DF, o valor foi de R$ 125,00.

Esse superfaturamento gerou um prejuízo superior a R$ 18 milhões ao DF, segundo nota do MPDFT suficiente para multiplicar por 7 o número de testes rápidos realizados.

Na ocasião, na sua nota, assim se expressou o MPDFT: “Para o MPDFT, causam indignação indícios de práticas criminosas em um momento de grave crise sanitária que exige o esforço coletivo em favor da preservação de vidas e otimização do dinheiro público. Como fiscal da Lei, a Instituição entende que é seu dever proteger a sociedade e o patrimônio público”.

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