Manter trancado a sete chaves as renúncias fiscais concedidas durante os seus dois mandatos, que no seu sétimo ano de desgoverno ultrapassa a cifra de R$ 110 bilhões significa um crime contra a administração e o patrimônio público.
Só uma Assembleia Legislativa inerte, sabuja e servil em quase a sua totalidade dos deputados que lamentavelmente a compõem, pode compactuar com essa falta de transparência.
O dia que essa tampa for aberta, podemos esperar, nós mineiros teremos ódio pelo tempo que fomos enganados.
É uma vergonha, um descaramento essa situação que vivemos porque assim admitem os deputados estaduais, o Tribunal de Contas, o Ministério Público de Contas, o Poder Judiciário.
Nós, os mineiros, calados e votando mal, somos cúmplices.