O resultado dessa estratégia de sufocamento é trágico: a inviabilização financeira dos estabelecimentos credenciados, arrastando empresários e trabalhadores diretamente para a falência e o encerramento forçado de suas atividades.
Vale lembrar que o próprio DETRAN-MG possui uma plataforma gerida pela PRODEMGE, desenvolvida com investimentos significativos e que atende perfeitamente aos pátios mineiros, ignorando a tradição e o pioneirismo do Estado em procedimentos de trânsito.
Mesmo após as exonerações de Rone e Fernanda, a tentativa de controle e monopólio persiste com a indicação de Eduardo Azanha Rangel (MASP 1668708-9) para a direção, evidenciando o loteamento político do órgão e o plano contínuo para asfixiar a rede de pátios de Minas Gerais.
Em nome de que fazem tais implementações? A Quem interessa esse jogo? Quem manda no DETRAN-MG, atualmente? A SEPLAN-MG ou a Chefia de Polícia? Governador Mateus Simões: avalie tal desmando com decência e responsabilidade para com o patrimônio público. É o mínimo que se espera de sua autoridade. É possível?