Essa articulação tenta impor um modelo alheio à realidade do Estado para gerir os leilões, editando medidas que desfazem, em apenas um decreto feito sob medida para beneficiar a um grupo interessado, o que levou anos e expressivo investimento de dinheiro público para ser construído.
A realidade enfrentada pelos empresários reflete a grave crise que afeta o setor de custódia e remoção de veículos:
-Receita seca e despesas contínuas:* Pátios superlotados acumulam centenas de milhares de veículos parados. Sem a realização regular de leilões para dar vazão aos bens e liberar os pagamentos legalmente devidos, o fluxo financeiro foi completamente interrompido.
-Decisões extremas para não fechar as portas: sem receberem pelas custódias prestadas, donos de pátios e microempresários estão sendo forçados a vender bens pessoais, contratar empréstimos bancários e fazer antecipações financeiras apenas para conseguir pagar salários e despesas fixas obrigatórias, como vigilância, estrutura e segurança dos locais.